Perene

Tuesday, December 27, 2005

Prazer Acidental

Sexta-feira, 24 de março. Carlos, cabelos castanhos, olhos azuis, 32 anos, 1,72m, chegou em casa mais cedo para comemorar o 4° ano de seu casamento com Mary, mulher tipo modelo, cabelos e olhos negros, morena, 30 anos, 1,60m, com todos os demais atributos femininos proporcionais ao seu tamanho.
Eles saíram para um barzinho e depois percorreram alguns outros similares, já tendo programado terminar a noite num motel como nos bons tempos de namoro.
No 3° barzinho que entraram notaram a freqüência “teen” e não saíram de imediato, preferindo permanecer um pouco mais e procuraram uma mesa afastada da pista de dança onde o som ameno permitia a eles conversar.
Ao lado da mesa escolhida estava um casal que, pela idade, era corpo estranho naquele recinto. Falavam da diferente geração que se contorcia ao som frenético e barulhento com letra abstrata.
A situação semelhante dos casais logo os aproximou e entre as apresentações e troca de informações logo se identificaram como pessoas que procuravam as mesmas coisas num dia especial, sendo que o segundo casal comemorava o 3° ano de namoro, embora morasse junto, ainda sem casamento, o que pretendia para o próximo ano.
O papo transcorria animado, quando Mary e Fernanda, mulher bonita e sensual, morena, cabelos e olhos castanhos, 25 anos, 1,58m, corpo lembrando o desenho de um violão, levantaram e dirigiram-se ao toillet para retoque da maquiagem.
Fabiano, um rapaz moreno, cabelos e olhos negros, 28 anos, l,65ms, fisionomia ao gosto feminino, convidou Carlos para irem todos ao apart-hotel que ficava ali perto, na Barra.
“O apartamento é agradável, com ar refrigerado central, serviço de copa-cozinha e nós teremos uma noite bem diferente, agradável e inesquecível, fugindo totalmente da mesmice do cotidiano”..., disse Fabiano.
As mulheres regressaram animadas e Mary falou ao marido do convite que recebera de Fernanda para esticarem a noite no apartamento dela, o que fez Carlos comentar a coincidência do convite. Aceitaram.
Ao chegarem ao apartamento, Fabiano deixou os convidados bem à vontade. A conversa seguia bem animada quando Fernanda tocou no assunto “sexo”.
Todos fingiram naturalidade como se fosse lugar comum à prática de sexo grupal, que era a intenção obscura de todos, quando na verdade, o que conheciam a respeito, foi visto unicamente nos filmes pornôs exibidos nos motéis.
Por algum tempo ficaram olhando-se mutuamente, sem gestos ou palavras para quebrar aquele gelo momentâneo, quando Fernanda levantou-se rapidamente, dirigiu-se para Carlos e disse:
“Antes que haja arrependimento e estrague esta experiência que nós queremos gozar em conjunto, eu começo”...
Daí em diante iniciou-se um ritual cediço, insinuante, atrevido, libertino, indecoroso, próprio de um casal jovem e audacioso e tudo assistido em silêncio e com excitação incontrolável por Mary e Fabiano.
Passado cerca de 15 minutos, Carlos, sabendo que a cena seria invertida, aproximou-se de sua esposa e sussurrou com a voz e os olhos vazando ciúme: “Acho melhor agente parar por aqui e”...
“De jeito nenhum. Após termos assistido toda esta cena, você tem obrigação de dar forra a mim e a Fabiano. Agora é nossa vez!”..., respondeu ela.Os casais de vez em quando se encontram “acidentalmente” após rápidas palavras trocadas por telefone entre Mary e Fernanda.

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